Após escrever “aleatoriamente” na direção “certa” sobre três canárias: a quarentona com cara de garota e voz poderosa Scabbia; a beleza camuflante de voz da Simone MARIA JOHANA Simons; e a praticamente “Andre Matos de saia” Tarja Turunen. Hoje falarei sobre três vocalistas distintpsem gênero, tom e rumos da carreira.

Talvez nada haja em comum com os nomes que surgirão aleatoriamente a seguir assim como o acaso pode fazer alguma conexão com ou sem sentido. Lets rock!

Sebastian Bach
Sebastian Philip Bierk (nascido em 3 de Abril de 1968), popularmente conhecido como Sebastian Bach, ou Sebastião no Brasil. Tião tem como auge da carreira sua brilhante passagem como vocalista do Skid Row. Banda aliás, que melhor rivalizou com a maior sensação do Hard-Rock, Guns N’ Roses liderado por seu amigo Willian (Axl Roses pro mundo). Com uma pegada um pouco mais heavy e uns toques no punk, a banda embalava todo tipo de música.

Passando pela balada (preencha com suas palavras) declaração de amor que apesar de não ser também molha calcinhas todos pira e não há discussão, com direito a cover do Syu, I Remember You. Outros destaques: 18 and Life, Wasted Time, In a Darkened Room (hino dos motéis), Youth Gone Wild, Forever, entre outras.

Olhando rapidamente, vemos canções distintas. Ao longo dos anos cantando no Skid, Bach teve pouca variação da sua voz, mas é notável que sua voz foi ficando um pouco mais grave.

Se você estiver bebeado em um bar, e olhar muito rapidamente no balcão, cuidado para confundir Bach e Emppu tomando ums brejas como se fossem duas loiras dando mole ...

Um dia as coisas que achamos impossível podem acontecer e, sim caro amigo desinformado e perdido no tempo pelos clips da banda, Sebastian saiu da banda em 1996. Apesar de aparentar ser apenas “porra-louca” em palco, seu gênio dificil foi o motivo da sua saída.


Com esse mesmo gênio e sua performance vocal melhorando, Bach acabou tendo um futuro melhor que o Skid Row vem tendo sem sua voz. Desde então sua carreira solo vem passando por de tudo um pouco, desde seriado de tv (Gilmore Girls) a principalmente uma carreira na Broadway. E sim, suas performances “engravatadas” são tão boas quanto os tempos de Skid Row (ou LoL?)

Com alguns álbuns solos, passando por covers no Bach 2: Basics e o bem criticado, porém mal vendido estranhamente, Angels Down. Entre alguns eventos da carreira solo, Bach já foi cogitado para substituir Steven Tyler quando o mesmo teve atritos com o Aerosmith, e também jogou fora a chance de vermos o hard-rock voltar a ter uma superbanda “nova”, ao recusar o convite de Slash para virar o frontman do Velvet Revolver.



Edu Falaschi



Andre Matos
Andre Coelho Matos (nascido em 14 de Setembro de 1971) quiçá o mais aclamado canários da lista em âmbito nacional e nível de metal mundial. Talvez o cara com maior formação entre todos nessa humilde lista, tendo em sue currículum: Regência Orquestral, Composição Musical, habilitação em Canto Lírico e habilitação em Piano Erudito.

Andre começou sua carreira no Viper, que um dia fora chamada de Iron Maiden do Brasil (julgue como quiser ...), e gravou os dois primeiros álbuns da banda: Soldier of Sunrise e Theater of Fate. No último consta sua primeira composição: Moon Light. Com o Viper tomando outros rumos, fundou com seu amigo de faculda, Rafael Bittencourt, o maior fenômeno do metal melódico nacional o [CENSURADO] e assim começa o seu boom de sucesso.

Tendo 3 álbuns no currículum, a banda fez enorme sucesso dentro e fora do país, e Andre deixou performances eternas na banda, seu “substituto” que o diga já que nunca chegou próximo de um nível satisfatório. Mas como nem só de Carry On se vive no metal nacional, algumas tretas fizeram a be disolver e Matos Make Believe que poderia fazer uma banda mais “simples” atropelar a antiga como mágica.

Assim surgia o [CENSURADO 2] com os irmãos Mariuti e Ricardo Confessori completando a banda, ou seja mais da metade do [CENSURADO].

A banda fez um belo sucesso, todos feliz, músicas marcantes again, música em novela Global, Fairy Tale em “O Beijo do Vampiro”, e tudo indo muito bem até um novo “escândalo” e separação da banda. Separação foi bondade minha, praticamente uma dissolvição, já que apenas Confessori continuou. Seguindo em carreira solo desde 2006, Andre agora conta ainda com os irmãos Jesus ao seu lado e ousou ao colocar como baterista da sua banda o muleque Eloy Casagrande.

Muleque por ser o mais novo, novissimo, mebro da banda com seus 18 anos. Casagrande é um fenômeno mirim da bateria e apareceu em alguns programas da tarde que você imagina quais. Além da sua banda, Matos teve diversas aprticipações especiais em projetos pelo mundo, destacando sua participação no Avantasia de Tobyas Samet, seu parça. Assim como Bach, o que se assemelha é que ao sair das bandas pelas quais passou, sua carreira só foi melhorando, enquanto as bandas, definhando. Seria “shamanismo”?