Sabe, esses dias andei olhando o arquivo do blog e reparei uma coisa: um monte de ideia legal acabou ficando pra trás. Resolvi então resgatar uma delas para nossa alegria musical, por isso hoje volta a série Álbuns Marcantes.
Viva!
A princípio vou fechá-la com cinco posts, ou seja, Infinite e The Heart of Eveything ainda terão a companhia de mais três textos. Se depois surgir alguma ideia, transformo texto sem demora. Promessa.
Viva!
A princípio vou fechá-la com cinco posts, ou seja, Infinite e The Heart of Eveything ainda terão a companhia de mais três textos. Se depois surgir alguma ideia, transformo texto sem demora. Promessa.
Sendo assim, pulemos as preliminares e vamos falar de uma pérola.
Scorpions - Humanity: Hour I
É uma nostalgia enorme falar desse disco. O ano era 2007 e eu cursava o 1º ano do Ensino Médio, estava me afastando do grupo de amigos que me chutara após ter começado a andar com gente estranha (vulgo roqueiros). A aventura pelo fantástico mundode Boby do metal também continuava.
É uma nostalgia enorme falar desse disco. O ano era 2007 e eu cursava o 1º ano do Ensino Médio, estava me afastando do grupo de amigos que me chutara após ter começado a andar com gente estranha (vulgo roqueiros). A aventura pelo fantástico mundo
Entretanto, eu já conhecia o Scorpions. Todo mundo que curte música "anos 80" já ouviu ao menos uma vez Rock You Like a Hurricane ou Wind of Change, que fizeram parte da minha pré adolescência por conta das noites que antes de dormir eu pegava uma cadeira, encostava na cabeceira da cama, e trazia o mini system pra colocar em cima e deixar tocando esses saudosos Madrugada show da vida que ainda tinham nas rádios cariocas.
Assim eu conheci o repertório básico de power ballads do hard rock (Bon Jovi, Mr. Big, Whitesnake), e quando soube que um dos meus amigos do grupo de renegados da sociedade era fã de Scorpions, decidi mergulhar mais nas estranhas da discografia da banda pra ter assunto pra me entrosar com o pessoal. Foi aí que um belo dia NHAM, a banda anunciou o lançamento de um novo disco, acendeu a lampadazinha de ideia perfeita na cabeça e no devido tevo estava eu ouvindo o Humanity: Hour I.
Em linhas gerais: não é o Scorpions de costume tocando aqui, e como eu ainda não era tão chegada em hard rock isso acabou me interessando. O disco tem bastante distorção, bateria forte, o que deixou o som mais puxado pro heavy metal, já na faixa de abertura já fica claro que não é um Pure Instinct Pt. 2, mas mesmo assim qualidade é boa, e o Padrão Scorpions de musicar está mantido intacto.
Os alemães são mestres em trabalhar o sentimento das suas letras, e por isso são os meus favoritos no quesito power ballads: The Future Never Dies é aqui o exemplo maior disso. Trilha das minhas recaídas emocionais em dias de chuva, abre com um belo piano que sozinho acompanha Klaus Meine quase até o refrão, que por sua vez lembra um pouco a performance da banda no Moment of Glory.
Os alemães são mestres em trabalhar o sentimento das suas letras, e por isso são os meus favoritos no quesito power ballads: The Future Never Dies é aqui o exemplo maior disso. Trilha das minhas recaídas emocionais em dias de chuva, abre com um belo piano que sozinho acompanha Klaus Meine quase até o refrão, que por sua vez lembra um pouco a performance da banda no Moment of Glory.
321 é bem pesada e animada, dessas que você canta e dança junto, coisa que fiz bastante na rua ouvindo meu MP4 voltando da aula a pé (pois o colégio era perto de casa). A música soa como um contraste bem colocado por vir após The Future Never Dies, típico som que ajuda a animar pra continuar ouvindo o disco até o final.
Já que hard rock é sinônimo de trilha para fossas, The Cross acabou virando a minha, meu incentivo musical pra parar de choramingar o chute recebido. A letra resume bem o sentimento de dependência que eu tive desse círculo de amigos da onça, que aproveitaram-se da minha boa vontade otária e depois me descartaram sem nenhum problema. Destaque para a participação inusitada do guitarrista/vocalista do Smash Pumpkins, Billy Corgan.
Por fim, Humanity. Tenho raiva do Scorpions por ter feito uma letra tão linda, que me faz chorar sempre que assisto o video (risos). No fechamento do disco a banda sagazmente traz uma mensagem que parece ter sido escrita há dias, mas que se mantém atual: Você é uma gota na chuva, apenas um número e não um nome. Assusta pensar que uma música de 2007 serviria de recado pras gerações passadas, e do jeito que as coisas estão, parece servir pras gerações futuras.
E foi assim que esse álbum fantástico marcou a minha vida, despertando minha atenção pra temas como o respeito, a tolerância, a humildade, a responsabilidade e tantos outros. Graças ao Humanity tive o incentivo de descobrir mais do Scorpions de antes, acompanhar o Scorpions de depois, e exigir como presente o DVD do show Moment of Glory com a Orquestra Filarmônica de Berlin. E eu consegui.
Seus lindos!
Segue aí a tracklist, e esse link pra vocês ouvirem o álbum e se apaixonarem tanto quanto eu.
1. Hour I
2. The Game Of Life
3. We Were Born To Fly
4. The Future Never Dies
5. You're Lovin' Me To Death
6. 321
7. Love Will Keep Us Alive
8. Your Last Song
9. Love Is War
10. Rise Again
11. The Cross
12. Humanity



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