Depois de adiar por dias, aqui está o segundo video do Papo da Tia Hizaki. Dessa vez gravei o gameplay de um dos jogos que eu mais gosto (Ristar) e preparei um papo tiro e queda sobre a questão do preconceito musical: é normal não gostarmos de todo tipo de música ou vertente do heavy metal que existe, mas quando é que passamos do normal para a estupidez? Sem contar que às vezes perdemos a chance de curtir o som de uma banda interessante tão somente por causa das nossas síndromes de underground.
Espero que vocês assistam o video e que se gostarem, que colaborem com o seu like, favorito, e compartilhamento pra espalhar a boa palavra musical por aí. Créditos ao GuitarDreamer por ceder gentilmente seu cover do tema da Cassino Night Zone de Sonic 2 para tema de abertura e encerramento.
2 Comentários
Uma pena o áudio sair meio chiado, mas são informações valiosas, muito bom. Eu certa vez escrevi que, quando o Heavy Metal e suas cenas de cultura jovem são levados extremamente a sério, encarados como estilo de vida e também como algo minimamente relevante para a humanidade, lascou. Teremos eternos adolescentes presos em um corpo humano. Coitados dos eternos moleques. E o mundo está cheio desses.
ResponderExcluirSeja banda, seja time de futebol, seja partido político, seja marca de bolacha: cada grupo com seu marketing.
Essa guerrinha por causa de banda não engrandece o fã, só é pura propaganda. É mesmo necessária uma boa dose de estupidez para se fazer esse tipo de soldado.
Meu headset da época não era muito bom :( Mas obrigada! Só tenho a concordar com o que você disse. O fanatismo é um assunto imenso que eu já debati no blog inúmeras vezes, mas sempre dá pra aprofundar porque os exemplos nunca terminam.
ResponderExcluirNão sei se eu sou boba (?) demais, mas quando sinto minha admiração por uma personalidade ultrapassar o limite do saudável, ou que eu me envolvi com um "fandom" nitidamente ultrapassando esse limite, puxo logo o freio. Já deixei de banda por conta de fãs insuportáveis, manchou a imagem da banda de tal forma que não consigo desassociar uma coisa da outra.
Sou um pouco extremista também rs Mesmo admirando pra caramba outras eu odeio me rotular como "fã".. Prefiro me considerar uma admiradora.
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