Tão querendo que sempre que a palavra "Redação" surgir no nome do post, tenha-se então assunto mamilos, digo, polêmico. No primeiro tema o foco foi o dilema de algumas cantoras. O segundo foi meio "off-topic" meio HardMetal Japão, falamos sobre o rock japonês, popular J-Rock para os intimos. E por último, falamos do cara que pelo jeito tem a melhor carreira entre os metaleiros do país, Andre Coelho Matos é o cara?
Hoje o tema vem de longa data e até mesmo seria um possível podcast que pode vir futuramente. Há alguns anos o que notamos na música do nosso país? Resumindo os últimos anos, tivemos as mesmas cantoras baianas continuando suas carreiras com grande aparição na Vênus Platinada. A emissora auto-intitulada a casa da música, promovendo bandas comerciais nascendo o gênero colorido e recentemente, parece que ela se arrependeu mais não larga o osso.
Ok, falei do "popular" e onde está o som pesado que nos levou para todos os cantos do mundo e principalmente rendeu muito para algumas bandas na "minha terrinha"? Bom, o AngrA falei um pouco no último post mas vamos novamente e bem resumidamente. O retorno da banda não foi tão grande quanto foi na volta do Rebirth ou estou equivocado? Quer dizer, AngrA e Sepultura são as duas bandas de metal mais populares do país e também no mundo.
Aonde teria errado a banda dessa vez? Quer dizer, erraram dessa vez? Achei muito boa a estratégia do diário de gravação do Aqua pois assim, os fãs e todos que estavam aguardando o retorno, puderam ver o que estava por vir e mais que isso, a banda fora dos palcos e em estúdio. Vem o álbum, tudo vai bem mas agora me veio a mente que posso estar vendo Viper 2 entretanto, não acredito que a Deusa do Fogo sucumba.
Não sou a melhor pessoa para comentar sobre o Sepultura porém, assim como o AngrA, a banda também sofreu com mudanças na sua formação. Aqui o caso poderia ser pior visto que foram dois "Shoryukens" fortes, saindo um irmão Cavalera por vez. A banda se manteve ativa e com novos membros nas vagas em aberto. Atualmente não sei o estado em que está a banda mas, Andreas Kisser anda bem na ativa com seus trabalhos.
O texto visa o assunto e duas bandas, mas não as citadas mas sim dois grandes exemplos do que vou explorar. Hoje em dia nós temos uma cena de som pesado no país? Me responda caro metalhead leitor, quais bandas lhe vieram na mente com essa pergunta? Me vieram 3 e são distintas, e as duas que irei falar estão no "bolo".
Se para as bandas que sempre tiveram os holofotes as coisas estão difíceis, imagine para uma banda que não deve em nada para as duas porém, em toda sua carreira ela parece estar sempre oculta. Estranho isso? Eis que temos o Dr. Sin. A banda surgiu em 1993 e mesmo tendo Mariana Gimenez em videoclip, Silvio Luiz na música mais popular da banda e, no trabalho Bravo ganhou mais a mídia com direito a Programa Mulheres e entrevista no Jô Suares. Agora a banda está pra lançar um novo álbum, mas e como está tudo isso? Como fã da banda, ainda vejo as coisas como antes porém, parece que caiu um pouco o "bate-bola" com a mídia.
Do jeito que o texto vai, o que podemos resumir é: não dá pra banda nacional seguir carreira boa mais. Bem, isso é um equívoco porém, eu não diria que o país é o maior apoio para elas e ai entram a banda xodó do blog, Shadowside, e o novo fenômeno do prog nacional, o MindFlow.
O MindFlow surgiu com grande força mesmo quando era "underground" e, após o Destructive Device, vi o melhor projeto de interação com os fãs por bandas tupiniquins. O marcketing da banda é forte e a banda não é só isso, o som é muito bom. Você sabia que pode ganhar gratuitamente um adesivo deles? Acessando o site da banda, você ganha um belo adesivo, gastando segundos preechendo alguns dados. Eu ganhei 3, um que pediram pra mim (foi legal o presente surpresa), o que eu pedi (não sabia que tinha um vindo) e o terceiro veio junto com o CD que ganhei da banda em promoção, o 365.
O 365 alías, uniu e muito os fãs com a banda. Mais que pedir adesivo que chegam até no ACRE, toda semana a banda conversa com seus fãs via chat, dá vantagens pro pessoal que ajuda no Street Team e tudo isso, é grande e bem feito. Acredite, caso não conheça. Esse ano a banda divulgou o show único desse ano no país. Sim, você corretamente. Apesar de tudo que eu citei sobre a banda com os fãs, o que vejo ser a "fonte segura" pra carreira da banda, são os shows no EUA.
Shadowside, posso dizer que são meus vizinhos (nunca tive a sorte de ver Dani Nolden nas ruas da cidade para pegar autografo, risos triste) afinal a banda é da casa (e eu posso dizer isso literalmente, e a Bruna não =P). Pra quem é da Baixada Santista, deve se lembrar de nomes como Praia Sport Bar, seu sucessor que esqueci o nome, Matrix e Rock in Rua. Ironicamente, ou não, tudo isso foi sumindo conforme o heavy e o hard perderam força nacionalmente. E pensar que Rafael Bittencourt e até mesmo a Dani já falaram bem da cena local, e ela se foi também.
A banda cresceu de forma rápida e, se nós olharmos aqui no blog as notícias da banda, veremos que a banda queridinha do país, também tem sua carreira segura sendo feita ... lá fora. Se AngrA, Shaman, Sepultura e outras não estão tão fortes, o que diriamos das novas boas bandas? Quer dizer, estão bem mas parece que não se nós formos olhar para o país.
Se minha banda voltar e, ficar famosa lá fora digamos, graças a ferrementas como Youtube e sites clones ou o próprio My Space e, continuasse como "banda local"? Seria estranho, não? Quer dizer, a banda é conhecida no exterior e em casa é como se ela nem existisse.
Mesmo com suas melhores investidas estando lá fora, a Shadowside nos trás no novo álbum algo que, assim como com o Dr. Sin foi muito positivo, poderá ser para a banda também. Como bônus, teremos Inutil do Ultraje a Rigor com direito a Roger Moreira participando. Essa pode rolar tranquilamente nas rádios e será muito benéfica para a banda (isso ajudará a descolorir um pouco).
Resumindo, a continuar como está a cena, será que em pouco tempo, estaremos apenas vivendo com o som pesado que vem de fora, sendo que nossas grandes forças poderiam estar bem melhor do que estão e, naturalmente, serem os carros chefes para as novas bandas e boa que temos, continuarem esse caminho e voltarmos pros olhos do mundo, como um dia um grupo de "moleques" com 19~22 anos fizeram com um tal Angels Cry? Só o tempo e os atos delas nos dirá.
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