
Symbols, ou originalmente Symbols of Time, é uma banda brasileira de heavy metal e power metal fundada em 1997 e atualmente ativa. Teve como destaque os irmãos Falaschi cantando juntos nos dois primeiros álbuns, "Symbols" e "Call To The End". Com a repercussão da banda, em 2001 o vocalista Edu Falaschi saiu do Symbols para assumir os vocais da banda Angra. Mais tarde seu irmão Tito Falaschi e Rodrigo Arjonas também deixaram a banda.
Em 2004, já com uma nova formação, a banda assinou contrato com a gravadora Hellion Records para o lançamento do álbum "Faces". Também foi relançado os dois primeiros álbuns com as músicas remasterizadas, capas novas e faixas bônus."
She gots everything I want!
1 - Introduction: o nome diz tudo e como é clichê no power metal melodico, é chamada pra primeira faixa do álbum, então lets go na próxima música...
2 - Eyes In The Flames: apesar da porrada que a música é, ela não é aquela voadora abre álbuns, mas uma música de respeito. Para quem só conhece Falaschi
3 - Power Machine (Money Machine): essa sim é a voadora dupla com backflip na nuca. A começar pelo nome, a música tem tudo marcannte além do belo trabalho das linhas de guitarra. A música toda passa sua mensagem de forma que marca na cabeça, o refrão gruda na sua mente vocal e guitarra se harmonizado. Indo ao solo, não irei descrever escute a porrada e ligue o metronomo. Nota: 10
4 - Call to the End: a música que batiza o álbum, acá temos uma levada mais eigmática, indo bem na viagem de Chamado para o Fim! A música vai evoluindo meio triste e bem enigmática, reforçando a idéia de um fim. Destaque total as guitarras! Nota: 8,5
5 - The Traveller: mais uma porrada do álbum, aliás, Call to the End é cheio das melhores músicas da banda nesse aspecto. Preste bem atenção na linha vocal de Falaschi, não é estranho ele manter o nível bom aqui e no Angra ter sofrido quando teve algo feito para sí? Polêmicas a parte, O Viajante é uma música boa e mostra que não é só as bandas famosas que têm cartas músicais nas mangas! Nota: 8
6 - Instrospection: com pé Iron Maiden, é assim que é puxado o riff bem cavalcado de Instropection. Com isso, temos a impressão que teremos guitarras "simples" mas ledo enngano, as pequenas "acrobacias" tiram o que seriam um simples ritmo para base heavy movida a cavalgada. Nota: 7,5
7 - Save Africa: a primeira balada do álbum, levada mais tranquila, quase um acustico, mas não se impolgue com isso. Novamente vale o destaque para as guitarras, que passam boas idéias a levada da música ou interpretação livrea aqui ... Nota: 7,5
8 - Stop the War: segunda balada, digo, power balad e na mesma onda praticamente, Edu Falaschi em seu momento Bono Vox do metal (xD). Até chegarmos ao refrão, temos quase um clima de corredor par ao jogo decisivo, digo, ultimos momentos antes de ir pro campo soltar tiros nos rivais. As pontes são bem interessantes. Curta o solo que vale a penna, Tiguez manda muito! Nota: 9
9 - Sons of Lord: aqui encerramos o heavy metal do álbum, e começando bem. A música vai alternando entre um "heavy padrão" e algo mais power balad.A música vai se desenvolvendo nessa pegada, até chegarmos ao solo matando tudo com muito feeling. Guitarristas de verdade sabem se sobresair dos comuns nas músicas. Nota: 8,5
10 - Everything I Want: e encerrando o álbum, a melhor música fácil! Um hard rock, com um pé hard n heavy, com letra bem sacana (sorry girls, mas a letra é muito boa). É aquela música que o ser dito macho vai curtir, vai rir e etc. Se isso não ocorrer ... bem ... significa! Curta essa ótima música que encarra o álbum com chave de ouro! Nota: 10
Após essa jornada músical, chegamos ao veredito. Para aqueles que acham que o metal melodico tupiniquim se resume as ex-bandas do Anndre Matos, eis aqui algo que não tem ligação com isso e é muito bom.
Nota final: 8,5
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