
Bem amigos da Rede Globo, a minha estréia aqui acabou acontecendo no dia mais interessante possível. Então, porque não nos apresentarmos.
A pessoa que vos fala aqui tem seus quase 21 anos e gosta de tudo um pouco, principalmente fotografia, automobilismo, games antigos (nesse assunto sou mais old school) e a área de comunicação, especialmente marketing, publicidade propaganda, faculdade no qual começarei no dia 9 do próximo mês. Ah sim, música também é um vício, mas for the sake of God, seria difícil escrever num blog do assunto sem gostar dele.
Tendo dito um pouco do me e do myself, vamos ao rock.
O empurrão inicial foi quando ganhei da minha mãe o vinil do Invisible Touch do Genesis, que sempre faço questão de dizer que foi presente de namoro que ela ganhou do meu pai, em 1986. O único que eu tenho, e o mais querido, pois a partir daí a história é longa. A banda tornou-se a minha predileta, e a curiosidade em conhecer mais sobre o rock, aumentou. O radinho de pilha cantava pra mim na hora de dormir músicas dos anos 80 e 90 que tocavam nesses programas sentimentais típicos do horário como Queen, Scorpions, o próprio Genesis, Phil Collins, Tina Turner, Bon Jovi, Bonnie Tyler..
Ah, que alegria era acordar pela manhã para me arrumar e ir pro colégio ao som de uma boa música. As minhas prediletas eram Wind of Change, Hold On My Heart ou Follow You Follow Me. Compensava um pouco o tormento de interromper o sono. Aqui já estamos falando de idos de 2002 à 2004, quando eu conheci o que era esse tal de symphonic metal, graças ao discman e o cd Once (do Nightwish) de uma futura-atual melhor amiga. Daí o negócio desandou e ela me apresentou uma grande parte do que eu conheço hoje. Mas como sou curiosa, nunca paro.
Eis que alcançamos a parte óbvia do texto: o que o rock significa para mim.
Tenho um laço muito forte com a música, sobretudo o rock clássico -e um pouco de hard- além do metal melódico. Minha procura é sempre pelo som que faça chorar, refletir, sentir, que não soe como nascido somente para vender, como acontece nos tempos que vivemos.
O que eu sempre quero de uma melodia: força, harmonia, que provoque várias sensações diferentes. Resumindo, que seja gostosa de se ouvir;
Já das letras, sempre quero uma que me faça dispertar uma memória, inspire a ter uma idéia, marca uma fase da minha vida..
Oh sim, perdão pela exigência. Mas com um estilo tão diversificado, podemos até nos dar esse luxo, certo? Outros não ofereceriam tal flexibilidade.
Por fim, aos roqueiros, paneleiros, metaleiros, funileiros que lêem o Hard Metal Brasil e que lerem este post, meus parabéns à todos. Muitos headbangings de vida.
PS: não vou passar sem o meu top-5-clichê-do-coração, que obviamente, será britânico
- Queen - Princes of The Universe
- Genesis - Land of Confusion
- The Police - Spirits In The Material World
- Phil Collins - Easy Lover
- Pink Floyd - Time


1 Comentários
Mas que infancia mais EMOcionante :')
ResponderExcluirxD
Top 5 Uk, you arent youth gone wild -q
Deixe seu recado! Mas lembre que spams, ofensas e comentários anônimos não serão aprovados.