Syu
I may never understand why!
1 - Street lethal (Racer X): Paul Gilbert domnina o Japão, sendo com o Mr. Big ou não. A versão cover segue a mesma linha da original porém um pouco mais frenética. Fora o "novo ritmo", Street Letahl segue a mesma linha da original e mantendo o solo frenético. Nota: 9
2 - The Damnation Game (Symphony X): A pegada Syphony X está marcada logo de cara, sem deixar de lado o extremo de velocidade e técnica que tanto Romeo quanto Syu têm. A diferença maior fica por conta dos estilos vocais. Todos os elementos originais estão estão presente com pouquissimas mudanças tendo até os arranjos de orgão rolando de fundo. Nota: 8.
3 - Silverwing (Arch Enemy): Logo de cara a diferença vocal será notada e uma leve mudança na levada do riff e que apesar de estar num ritmo um pouco mais lento que o riginal, está mais pegado. Até as partes em que o instrumental fica mais alegre, está presente. O solo se mantem próximo do original mas com a marca de Syu sendo registrada. Nota: 8.
4 - Never Die (Yngwie Malmsteen): Para muitos Malmsteen é sempre alvo de critica pelo seu modo prepotente de agir e, seu modo de tocar que abusa da velocidade porém, não se pode negar seu talento. Apesar da original ser boa, o cover ficou melhor e com todas as "firulas" embutidas pra vocês não reclamar que a música tá "devagar". Aliás, em alguns momentos ela parece estar mais rápida e o solo com uma leve mudança. Nota: 9.
5 - We'll Burn in the Sky (Scorpions): Uma música calma com solo frenético. Assim temos original e cover lado a lado. A versão de Syu se mostra um pouco mais viva no quesito de deixar menos "silêncio". Apesar de uma música legal para tocar, não embala muito o set do álbum! Nota: 7.
6 - Alone (Heart): Para dar voz a canção, temos a participação de Akane Liv (Liv Moon). A música tem aquele ar anos 80 da original mantido, não sei com que tipo de bruxaria pois, se notarmos Akane manda uma levada meio "gothic symphony metal" rotulos aways da vida. Um dos grandes cover do álbum que encerra com Syu destruindo tudo na guitarra. Afinal, por mais que pareça ser totalmente fiél a original, sua marca tem de estar presente. Nota: 10
7 - Against the Wind (Stratovarius): A principal diferença fica por conta dos timbres e a pegada de Syu, comparada com a de Tolki.A diferença de vocals também é obvia porém, não se esqueça que se trata de um cover e, mais que isso, uma versão, então muita hora nessa calma ao disparar comparações entre Masashi Ono e Kotipelto. Se você é fã de Stratovarius, provavelmete vai curtir a versão, visto que ela pouco difere da original. A versão segue a pegada mais hard, assim como a original, mas trás um pouco de elementos do Power Metal Melodico. Syu participa dos backing vocals. Nota: 8,5.
8 - Thought Diyng of a Atheist (Muse): Uma música que não conhecia e, não me agradou muito. A versão do álbum vai mais na onda shred para algumas partes, o que dá uma animada mas, não é o bastante. O solo fica com todo destaque na música. Nota: 7,5
9 - Red Sky (Michael Schenker Group): Riff marcante, assim começa a música. Como é de se esperar, a guitarra domina a música, por mais que Eizo Sakamoto mande bem no vocal da música. Cada vez que toca o riff, ou a cada parte da base tocada, até chegarmos ao solo. Momentos de reflexão ao som da guitarra, até sermos novamente chamados pelo riff. Algo muito bom na música que tem tudo, ou tinha tudo, para estar em alguma versão do GH quando o mesmo era um jogo legal. Nota: 8,5.
10 - I Remember You (Skid Row): A música que me levou ao álbum e também, pela versão ser algo que já pensei em fazer, mas quem nunca né? Enquanto a versão original trás toda a "epiquicidade" da balada hard-rock que embalou, embala e embalará trocentos mils casais pelo globo, a versão de Syu trás mais peso sem tirar as qualidades da música.
Não se assuste, as partes acústicas estão presentes, afinal, isso não é I Remember You V2, Masashi Ono volta para ter seu momento de "Tião". Sua voz não chega na gravação de Bach porém, para essa versão sua voz se encaixa muito bem já deixando sua marca no primeiro refrão. Outra coisa que será muito notada é quanto a linha da guitarra em diversos momentos.
Leves mudanças porém, nada que seja para mandar prender Syu e banda. Apenas se você for muito fã do solo, poderá se decepcionar um pouco e eu entendo se chegar a esse ponto. A principio não curto mudanças de solos que são "hino". E o que fazer quando você precisa mostrar que não é apenas "mais uma versão gravada"? Mostra seu diferencial e Syu o faz, utilizando-se mais da técnica e encerrando com um pouco mais de sentimento. Nota: 10.
11 - The Spirit Carries On (Dream Theater): Mais uma versão bem próxima da original. Tudo bem que fazer comparação técnica com o Dream Theater é sacanagem entretanto, a original passa mais qu euma mensagem, ela te leva pra dentro da música. As interpretações de Ono e Syu fazem bem o papel, aliás, merito para a banda toda. A voz de Labrie pode fazer falta em alguns momentos, apenas alguns rápidos momentos. Nota: 9.
12 - Only for the Weak (In Flames): Para encerrar o álbum incendiando, Only for the Weak já mostra que por mais que seja uma entre os covers, tem sue diferencial notado logo de cara com harmonização do riff. A linha vocal segue o estilo da original, enquanto a guitarra faz pequenos diferenciais e abusar de harmonização em muitos momentos, o que deixa a música interessante. Encerra bem o álbum e nos faz esquecer sua origem, covers! Nota: 8,5.
Craying Stars -Stand Proud!- reune um bom repertório para o primeiro trabalho solo de Syu que, apesar de não ter canções inéditas, trás ao mundo sua cara para alguns clássicos sem fazer feio e mostrando que é possível colocar sua identidade oa homenagear outras bandas, sem descaracterizar o trabalho original!
Nota Final: 8,60!





0 Comentários
Deixe seu recado! Mas lembre que spams, ofensas e comentários anônimos não serão aprovados.