Fala galera, hoje começo meus reviews no blog e, aproveitando a semana de lançamento do Arising Thunder, vou fazer minha prog-analises sobre os álbuns do AngrA e com isso, vamos ter noção do porque o mundo está aguardando o retorno deles!Angels Cry, o álbum que projetou o Angra para o Brasil e o mundo, foi lançado em 1993 contendo 10 faixas (uma introdução e 9 músicas) e foi um sucesso tanto aqui como fora do país.
Analise faixa-a-faixa
1 - Unfinished Allegro: A introdução do álbum é auto explicativa. Allegro é nome de um determinado andamento musical, que tem sua variação indo do 120 BPM a 168 BPM, sendo definido como ligeiro e alegre. Note que conforme vai ficando mais "alegre" ela simplesmente acaba e nos leva para A música do álbum.
2 - Carry On: O que dizer sobre Carry On? P#$@ que p@%$# c@$¨*&¨% que pode uns moleques, sim, moleques, criarem isso? Se não falha a memória André tinha algo em torno dos 20, Rafael 19 e Kiko 18 (nota sobre esse "bastardo", ele teve que tirar TODOS os solos, já que os originais foram gravados pelo professor do Rafael, o André Hernandes (atual guitarrista da banda do André, LoL que rolo).
Voltando ao normal, Carry On é algo que chega perto da perfeição. Riff marcante e grudento, guitarras harmonizadas e sincronizadas perfeitamente, cozinha trabalhando muito bem e claro, ela, digo ele, Andre Matos, pois sem ele não teria alguém pra cantar (Edu Falaschi não me deixa mentir nos dias de hoje xD). A música é f#$@ e não tenho onde achar algo pra criticar, pois até o solo é f$#@ e divido, começa as guitarras, solo do Kiko, solo do Rafael, solo harmonizado from hell \m/, e o final que nos faz colocar nossas guitarras a venda pela metade do preço no ML. Ai vem o solo do teclado, junto com o grande solo de Jesus no Baixo e ai completa com Ricardo mandando uma virada marota com direito a fazer cara de fuck yeah! Nota: 10
3 - Time: A segunda música é a primeira balada do álbum e tráz o que hoje chamamos de "a cara do AngrA" "o som AngrA" enfim, somos apresentados a mistura do heavy metal com música erudita, coisa que antes de ouvirmos diríamos: "pqp, vai dar merd@ comandante". Mas não é que a coisa funciona (quando você sabe o que faz ou é japonês misturando tudo e tendo resultado bom na sua música o_O).
Time começa com um dedilhado marcante nos violões, com alguns instrumentos de orquestra acompanhando. Após o momento calmo, começa a porrada puxada pelo grito da Musa Nissei-Sansei. Aqui temos uma base que parece simples mas vai tendo variações legais e, que não são nada "comum" ao padrão. Um ponto que também merece destaque são os backing vocals do Rafael (o cerébro da banda com o Andre, na opinião desse humilde que vos escreve u.u).
A ponte pro solo é bonita e o solo, temos um show a parte de Kiko Loureiro que uni de forma perfeita licks fraseados com licks mais rápidos sem deixar o solo chato. Depois do solo voltamos a bela base e backs e, temos o final dela "criativo". Nota: 10
4 - Angels Cry: E chegamos a música que dá nome ao álbum e ele chega com voadera no peito (voadora só o Bruce Lee faz). As guitarras puxam harmonizadas e oitavadas um rápido riff que "cantarola" o parte do refrão para logo em seguida alguns licks chamarem o canto. Pode não parecer mas, Angels Cry é uma bela power balada com base e linha vocal muito bonito.
Novamente temo um pré solo e ponte pro solo fora do padrão comum ao MM (metal melódico) e temos o "jeito Angra". O solo fica por um tempo preparando o terreno para as frases rápidas e frases em sintonia com o teclado para depois, termos o trabalho em equipe, solo harmonizado das guitarras.
A parte final mantém o clima da música e ganha uma acelaradinha. Nota: 9,5
5 - Stand Away: Mais uma apresentação de como unir o erudito com o heavy porém, aqui temos uma música mais calma e praticamente puxada pelos instrumentos da orquestra. Stand Away é f$#@, simples e direita. O solo merece destaque, pode ser simples mas é muito feito e harmonizado. Aqui a junção de tudo permite que a voz de Andre tenha mais destaque e mostra o porque dele ser ter virado referência. Nota: 10
6 - Never Understand: Aqui temos um pouco de influência tupiniquim e, nunca entendi como isso ficou muito bom na música. A música é bem interessante, bonita não é necessário dizer, consegue unir tranquilidade com algo que nunca entendo mas fica fod@. A linha vocal é digna de nota 10 mas, o que mais me chama a atenção é o pré solo e, o solo de baixo antecedendo o solo derradeiro. Após isso, Kiko ganha as luzes e manda um solo calmo que nem eu, nem você, nem ele nunca entendeu como manteve a calma xD
O termino da música é algo bem wtf, saimos da tranquilidade com pequenos agitos, para termo os meninos rebeldes desferindo licks atrás de licks. Nota: 8,5
7 - Wuthering Heights: Rapaz, pra mim aqui entra naquele caso "cover supera o original" mas, se você ainda nunca ouviu o original (não duvido de ter alguém que não conheça), poderá se espantar. Andre Matos tem o seu momento novamente, fazendo um puta dum trabalho cantando notas mais agudas a música TODA para ainda soltar gritos D:
A versão feita pela banda é boa, mas boa mesmo. Solo fiél a original e putz, não tenho muito a dizer a não ser Andre Matos é deus! Nota: 10
8 - Streets of Tomorrow: Riff animal, sem mais. A música é agitadinha mas começa digamos "moderada" e conforme Andre canta, ela vai acelerando até chegar na velocidade final da música. Um ponto de destaque, o refrão tende a grudar e se grudar amigo, esqueça, você já estará cantarolando-a alto. Acredito que aqui temos o solo que mais chega ser comum mas, com frases típicas do Loureiro. Nota: 8,5
9 - Evil Warning: Um alerta em coro, assim começa a música. A música é porrada alternando um pouco do power extreme power pra power so so power na batera (nem eu entendi isso mas enfim, segue). Evil Warning consegue ser como Angels Cry porém, com o som te dando outra "ambientalização", outra viagem, dorgas Manolo!11!!
Os solos são animais com a segunda parte dando uma surra de ligados. Os backing vocals também merecem um destaque e aqui praticamente encerramos o álbum. Nota: 9
10 - Lasting Child: Rementendo a música de encerramento de filmes, animes, tokusatsus e qualquer coisa, a última faixa é triste. É comum isso ser usado pois age de duas formas, um "sinal subliminar" de que o CD chegou na úlitma música e a tristeza do fim.
Deixando a palhaçada acima de lado, Lasting Child é dividida em duas partes The Parting Words (4:02) e Renaissance (3:35). A primeira parte é mais agitada que a segunda e a música toda funciona bem para encerrar o belíssimo álbum que é Angels Cry. Nota: 8
Algumas observações: Lembrando que meus reviews serão nesse estilo mais "solto", como não sou jornalista e não me pagam pra "falar bem ou falar mal", não forço a amizade para nenhuma banda.
O Angra criou um estilo pro metal melódico que o difere e muito de outras bandas, por isso algumas notas mais elevas.
Com Carry On, a banda criou uma mistica para todos o s álbuns, a música 2. O que significa? Ela é a música mais foda e praticamente é o termometro para o álbum todo o_O'
Nota final: 9,27


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